

Quem sou eu?
Ngonguita Diogo, é o meu pseudónimo literário e gosto de ser chamada assim.
Ngonguita Diogo, é o meu pseudónimo literário e gosto de ser chamada assim.
Porque escrevo?
Porque sou louca e busco companhia.
Aonde vem a motivação?
do amor, da dor, da paixão, da alegria , do quotidiano e da tristeza.
Porque sou nostálgica?
Abro os olhos da m’alma e oiço vozes, que me trazem a saudade da vida mal vivida e a minha mente se povoa de sonhos, de paixões...
PENSAMENTOS SOLTOS
Tremem os muros do meu coração
as chamas arrotam gases poluídos
as correntes da vida soltam-se e agarram as galáxias
que vento é esse que fere o meu pensamento?
são cinzas desfeitas
são pétalas sem vida
são vidas sem almas
que insistem tear minha memória
os mares fogem apavorados das ondas
as tripas reclamam a fartura da fome
a terra odeia a força do sol
a lua se esconde com medo do vento
e tudo se completa
os mendigos espalham as suas chagas
na fome do vale dos perdidos
e os ricos comem a vida das almas pequenas
Tremem os muros do meu coração
as chamas arrotam gases poluídos
as correntes da vida soltam-se e agarram as galáxias
que vento é esse que fere o meu pensamento?
são cinzas desfeitas
são pétalas sem vida
são vidas sem almas
que insistem tear minha memória
os mares fogem apavorados das ondas
as tripas reclamam a fartura da fome
a terra odeia a força do sol
a lua se esconde com medo do vento
e tudo se completa
os mendigos espalham as suas chagas
na fome do vale dos perdidos
e os ricos comem a vida das almas pequenas
Não me perguntem porque escrevi pensamentos soltos, pois não saberia responder, porém lembrei-me que um dia recebi flores e escrevi.
Recebi flores
nas folhas do teu carinho
vazias do fogo da paixão
Colhi amores
plantados no meu jardim
regados com o frio da minha ilusão
Ruído o palpitar vibrante do meu sentir
nem de dor meu corpo incendeia
secaram-se as minhas emoções
Ocupei os espaços vazios do meu palpitar
e acertei na escravidão do meu deveracorrentada pelos gritos das minhas flores
nas folhas do teu carinho
vazias do fogo da paixão
Colhi amores
plantados no meu jardim
regados com o frio da minha ilusão
Ruído o palpitar vibrante do meu sentir
nem de dor meu corpo incendeia
secaram-se as minhas emoções
Ocupei os espaços vazios do meu palpitar
e acertei na escravidão do meu deveracorrentada pelos gritos das minhas flores
Então ressuscitei para vida e me iludi
Estava sozinha na minha barraca
Assistindo o passar dos dias somando idades
Serena na minha saudade dos dias há muito esquecidos
Trouxeste-me de volta os pés da saudade
Calaste a minha fome
E como cão que espera ansioso seu dono
Deixaste-me apagar a luz da verdade
Trouxeste-me de volta os pés da saudade
Calaste a minha fome
E como cão que espera ansioso seu dono
Deixaste-me apagar a luz da verdade
Assistindo o passar dos dias somando idades
Serena na minha saudade dos dias há muito esquecidos
Trouxeste-me de volta os pés da saudade
Calaste a minha fome
E como cão que espera ansioso seu dono
Deixaste-me apagar a luz da verdade
Trouxeste-me de volta os pés da saudade
Calaste a minha fome
E como cão que espera ansioso seu dono
Deixaste-me apagar a luz da verdade
Não abriste a porta da tua barraca
Mas entrastes na minha sem pedir licença
E para lamber o meu vício
Esperei por dias a sombra da tua presença
Que se fez cada vez mais distante.
Mas entrastes na minha sem pedir licença
E para lamber o meu vício
Esperei por dias a sombra da tua presença
Que se fez cada vez mais distante.
A esperança me fez companhia
Acalento o meu repouso
Confiante na paz da minha esperança
Durmo com a fome do imaginário
Mas curto o calor da minha certeza
Lesmando, busco a minha vontade
Camaleando corro a pressa da minha saudade
Da sorte nunca alcançada
Ofuscada pela minha esperança
Durmo com a fome do imaginário
Mas curto o calor da minha certeza
Lesmando, busco a minha vontade
Camaleando corro a pressa da minha saudade
Da sorte nunca alcançada
Ofuscada pela minha esperança
Desiludida queixei-me do meu amor
Levei meu amor ao Tribunal
Escoltado pela sentinela da angustia que me oprimia
Réu confesso,
Gombire do meu coração, agravada a pena
Parasita da minha emoção
E monstro da minha dor
Sanguinário valente
Violentou-me a razão
banalizou o meu querer
e roubou o meu sossego
Como vagabundo intruso
Deixou-me um vazio de insatisfação
Herança fiel da hipocrisia
Cuja sentença da minha agonia
Matou de vez a minha paz.
E deixei-me ficar em transe
Escoltado pela sentinela da angustia que me oprimia
Réu confesso,
Gombire do meu coração, agravada a pena
Parasita da minha emoção
E monstro da minha dor
Sanguinário valente
Violentou-me a razão
banalizou o meu querer
e roubou o meu sossego
Como vagabundo intruso
Deixou-me um vazio de insatisfação
Herança fiel da hipocrisia
Cuja sentença da minha agonia
Matou de vez a minha paz.
E deixei-me ficar em transe
Vagando pelo meu eu
Procuro destino certo
Na dúvida do ateu
E dizem que estou tão perto
Mas não consigo ver
Descrente como é certo
Voando no meu ser
Encontro vago espaço
na dor do meu sofrer
ah!
Acode-me alma boa
Pois não consigo crer
Que em mim minh’alma voa
E por favor
Faça do meu corpo seu alvor
Procuro destino certo
Na dúvida do ateu
E dizem que estou tão perto
Mas não consigo ver
Descrente como é certo
Voando no meu ser
Encontro vago espaço
na dor do meu sofrer
ah!
Acode-me alma boa
Pois não consigo crer
Que em mim minh’alma voa
E por favor
Faça do meu corpo seu alvor
E fiquei doente
Mutilei minha juventude precocemente
Vivo de remendos presentemente
Não fosse o meu conhecimento
Atenuar o meu sofrimento
Engoli pregos com o meu penar
bebi calos com o meu soar
Não fosse o meu labutar
Garantir o meu engordar
Embriaguei-me nos meus desencontros
Ressacada dos meus encontros
Não fosse o meu discernir
Acudir o meu suprimir
Vivo de remendos presentemente
Não fosse o meu conhecimento
Atenuar o meu sofrimento
Engoli pregos com o meu penar
bebi calos com o meu soar
Não fosse o meu labutar
Garantir o meu engordar
Embriaguei-me nos meus desencontros
Ressacada dos meus encontros
Não fosse o meu discernir
Acudir o meu suprimir
Descobri que a solução estava em mim e deixei de lamentar
Eu sou a solução
da minha grande aflição
Porém sonho com a solução
do pecado sem perdão
busco a solidão
e fecho-me na escuridão
Devagar acordo e vejo luz
que a vida alumia e tudo reluz
De manhã eu corro p’ra ganhar o pão
que é a vida e a solução.
da minha grande aflição
Porém sonho com a solução
do pecado sem perdão
busco a solidão
e fecho-me na escuridão
Devagar acordo e vejo luz
que a vida alumia e tudo reluz
De manhã eu corro p’ra ganhar o pão
que é a vida e a solução.
As paixões também fazem parte da minha história
Bebi estrelas na luz do teu carinho banhadas com o fogo da minha paixão
embalei-me na correnteza da nossa pressae vibrei...
Oh!
Veio meu último diamante estancar minha viagem de sonho
maldito brinquedo falante que não quis ficar calado
Ah!
Como adolescente nostálgica queimo panelas perdida nas minhas divagações
palpita-me a'lma vadia de saudades do fogo que ainda queima meu corpo
Vem!
livra-me das labaredas libidinosas que m'emanam o corpo e goza...
aceita a luxúria incandescente que te ofereço de presente p'lo 8 de Março
e deixa-me morrer nos teus braços
Vem!
De júbilo festejo a minha sorte
Transbordo cântaros de alegria
vomito sonhos em sorrisos
espalho vida nas mensagens
deleito a vontade da minha preguiça
Agarro os dentes da saudade
dos dias pobres e suados
das noites fartolentas
das tardes frustradas
Agradeço a Deus por estar viva
embolso amigos
entorno inimigos
isolo covardes
e canto meu canto
de grito de gloria
de prata benzido
de ouro pintado
guardado em platina
pois sou caneta
vestida de letras
que cozinha a renda
e te faz companhia
Vem pois meu amigo
encher meu orgulho
estrumar minha vaidade
enxugar meu ego
Mas cansa minha vitória
engaiola meu sucesso
e remete para a posteridade.
vomito sonhos em sorrisos
espalho vida nas mensagens
deleito a vontade da minha preguiça
Agarro os dentes da saudade
dos dias pobres e suados
das noites fartolentas
das tardes frustradas
Agradeço a Deus por estar viva
embolso amigos
entorno inimigos
isolo covardes
e canto meu canto
de grito de gloria
de prata benzido
de ouro pintado
guardado em platina
pois sou caneta
vestida de letras
que cozinha a renda
e te faz companhia
Vem pois meu amigo
encher meu orgulho
estrumar minha vaidade
enxugar meu ego
Mas cansa minha vitória
engaiola meu sucesso
e remete para a posteridade.

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