segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2010 O ANO DA ESPERANÇA
Minha alma vadia deixou-se naufragar no canteiro da esperança,
que cospe os frutos maduros da colheita abençoada no ano que germina.
Grávida de sonhos, banhada em projectos me vejo cercada de sorte
Meus versos, meus livros se espalham pelos ares da fome dos meus conterráneos
que gritam de indijestão,
mas lambem o prazer da minha companhia.
E lá vou eu soberana,
esconder-me nas urnas daqueles que acreditam na minha caneta,
temperada com o aroma da lavra que não se esgota de sonhos.
que cospe os frutos maduros da colheita abençoada no ano que germina.
Grávida de sonhos, banhada em projectos me vejo cercada de sorte
Meus versos, meus livros se espalham pelos ares da fome dos meus conterráneos
que gritam de indijestão,
mas lambem o prazer da minha companhia.
E lá vou eu soberana,
esconder-me nas urnas daqueles que acreditam na minha caneta,
temperada com o aroma da lavra que não se esgota de sonhos.
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